Quatro dias de provas, recordes, ativações inéditas e milhares de corredores transformam o Rio no palco da maior festa da corrida da América Latina

Foto: Rafael Brugneroti
Durante quatro dias de celebração esportiva, a cidade do Rio de Janeiro respirou corrida e vibrou com os mais de 600 mil atletas que participaram dos 4 dias de evento da Maratona do Rio 2025. De quinta a domingo (19 a 22 de junho), o feriado prolongado foi tomado por provas icônicas, performances de alto nível, ativações surpreendentes e uma energia coletiva que transformou o evento em um verdadeiro festival da corrida.
A largada foi dada ainda na quinta-feira, com os 5K, que estrearam o evento sob um pôr do sol cinematográfico. Cerca de 8 mil corredores participaram da primeira prova, marcada pela vitória de Fábio Jesus Correia (14min30s) no masculino e Jenifer Nascimento Silva Viana (17min04s) no feminino. A abertura teve ainda um espetáculo visual inédito promovido pela adidas: a ação “Três Listras no Céu”, em que aviões da Esquadrilha Ceu desenharam o símbolo da marca no céu do Aterro do Flamengo, celebrando o começo dos dias de prova com inovação e emoção.
Na sexta-feira, o clima seguiu vibrante com os 10K, que mais uma vez mostraram a força dos atletas sul-americanos. A colombiana Laura Espinosa Morales brilhou ao conquistar o tricampeonato e quebrar o próprio recorde, com um tempo de 34min32s. Já entre os homens, o brasileiro Wendell Jeronimo liderou com tranquilidade e venceu com 29min22s.
Após o sábado que contou com mais de 20 mil atletas nos 21 quilômetros, o ápice do evento aconteceu no domingo, com os desafiadores dos 42K, a prova principal da Maratona do Rio. Sob uma temperatura amena e com as paisagens icônicas da cidade como pano de fundo, milhares de corredores cruzaram o percurso em uma jornada de superação e conquista. No pelotão de elite masculino, os quenianos Joshua Kogo e Josphat Kiprotich dominaram a disputa, com Kogo vencendo em 2h14min18s, seguido por Kiprotich (2h15min14s). O brasileiro Justino Pedro da Silva, bicampeão da prova, garantiu o terceiro lugar com 2h19min35s.
Entre as mulheres, a vitória ficou com a etíope Zinash Debebe Getachew, com o tempo de 2h34min58s. O Brasil foi muito bem representado por Amanda Aparecida de Oliveira, que repetiu o feito de 2024 ao ser a melhor brasileira da elite, com 2h39min18s, ficando em segundo lugar geral.

Além das provas, o evento consolidou-se como uma plataforma de experiências marcantes. A Adidas, patrocinadora oficial, mais uma vez elevou o padrão das ativações, com ações memoráveis como o sobrevoo de estreia e ativações de comunidade e conteúdo durante todos os dias do evento — reforçando sua proposta de transformar o esporte em vivência cultural e coletiva.
Com provas democráticas, performances históricas e um envolvimento emocional que tomou conta da cidade, a Maratona do Rio 2025 provou por que é o maior evento de corrida da América Latina — e mais do que isso, reafirmou o poder do esporte de unir, inspirar e transformar.









































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